Sérgio Camargo proferiu mais uma de suas atrocidades nas redes sociais, nesta terça-feira,9, ao defender ‘chibatadas’ para punir pichadores. O presidente da Fundação Cultural Palmares publicou um tweet concordando com o post de uma seguidora.
“De acordo, minha amiga Ester Sanches. Chibatadas e multa, como em Singapura, seria uma solução. Pichadores não são ‘artistas’, são vândalos e marginais. Agem incentivados pela esquerda, que tudo emporcalha e destrói”, escreveu.
O tuíte replicado por Camargo diz: “tem que fazer igual em Cingapura, dar chibatadas nos pichadores”. Essa publicação é uma resposta a outro post, no qual o presidente da Fundação Palmares reclama das pichações no comércio do bairro de Santana, na Zona Norte de São Paulo, e culpa o “esquerdismo” pela prática.
Segundo ele, todos os muros e fachadas do comércio estavam pichados. “Inútil pintar o muro. A pichação volta no dia seguinte. É compulsivo e doentio”, escreveu na postagem.
De acordo, minha amiga Ester Sanches. Chibatadas e multa, como em Cingapura, seria uma solução. Pichadores não são "artistas", são vândalos e marginais. Agem incentivados pela esquerda, que tudo emporcalha e destrói. pic.twitter.com/SiCrzRsq71
— Sérgio Camargo (@sergiodireita1) November 9, 2021
Estou no bairro de Santana, zona norte de São Paulo, para visitar familiares. O que me chama a atenção de imediato é que todos os muros e fachadas do comércio estão PICHADOS.
Sabem o que é isso, essa porqueira? Isso é esquerdismo!— Sérgio Camargo (@sergiodireita1) November 9, 2021
Sérgio Camargo foi afastado das atividades relativas à gestão de pessoas da Fundação Palmares, pela Justiça do Trabalho Ele está proibido de nomear, exonerar e fazer transferência de servidores, além de não poder contratar empresas terceirizadas. O presidente da Fundação Palmares também está proibido de promover intimidação ou assédio pelas redes sociais contra servidores e ex-servidores da instituição.
Com a decisão, o diretor do Departamento de Fomento e Promoção da Cultura Afrobrasileira, Marcos Petrucelli, ficou responsável pela gestão de pessoas na Palmares.
A ação do Ministério Público do Trabalho destaca que Sérgio Camargo pratica “perseguição político-ideológica” contra servidores considerados de esquerda, fazendo até monitoramento deles nas redes sociais.
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