Uma estudante de enfermagem de 23 anos, que atua como voluntária na campanha de vacinação contra a covid-19, foi agredida por uma mulher que queria o comprovante de imunização sem se vacinar de verdade. O caso aconteceu no posto em Marechal Hermes, na zona norte do Rio.
Na mesma semana, foram cinco casos de furto de comprovante de vacinação no mesmo posto. O fenômeno ocorre desde que a prefeitura do Rio anunciou o “passaporte da vacina”.
Segundo relato, depois de declarar nome e CPF, a agressora chegou a se posicionar para receber a vacina, mas repetiu várias vezes que só precisava da carteira de vacinação preenchida. Ela parecia temer efeitos ocultos do imunizante.
“Ela virou para mim e disse que não queria “fazer” a vacina. Eu até brinquei e perguntei se ela estava com medo, porque isso é muito comum. Com os olhos cheios de lágrimas, ela disse só que não queria se vacinar”, contou a vítima ao jornal “Extra”. “Ela falou: ‘por favor, não faz, não quero tomar’.
Quando percebeu que não receberia a caderneta sem ser realmente vacinada, ela mudou de atitude e passou a ser mais agressiva, alegando que “sabia” o “que essa vacina vai fazer”.
Então, ela bateu na voluntária com um chaveiro e correu com o papel em mãos.
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